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domingo, 14 de abril de 2013

A fé releva até os Ateus.


Esses dias tenho refletido muito sobre minha fé? Será que realmente sou um cristão? Não digo nem bom e nem ruim, digo apenas cristão! Prefiro não falar em rótulos de bom e ruim, pois o mundo nos dá varias vertentes e visões morais de coisas que muitas vezes são imorais.
Voltando ao conceito de cristão, lembro que certa vez em um acampamento “Jovens Sarados” na Canção Nova Padre Roger fez um comentário : - O Jovem vai para faculdade e sofre lavagem cerebral deixa sua fé de lado para viver uma vida nova – abro parêntese para dizer que o sacerdote não usou essas palavras.
Como todos sabem sou critico ao extremo. Logicamente discordei do mesmo, pois nunca tinha abandonado minha amada igreja nos quatros em que me dediquei a Faculdade de Comunicação Social. Hoje cursando História me vejo testado diariamente, e não pela vida universitária que conduz a barzinhos ou rodinhas de conversas liberais, das quais indiretamente o sacerdote se referia. Vejo-me em cheque pelo conteúdo programático do curso, carregado por ideologias subliminares impostas no discurso das aulas ministradas.
Sei que para entender a história tenho que entender todo o conceito de civilização, de economia e cultura e bla bla bla. Porém algumas coisas doem aos ouvidos. Ouvir por exemplo, comentários que confundem cultura com conhecimento, este é um “preconceito” sem tamanho, outro é ver um homem que pode até ter deixado um legado significante para história da humanidade ser quase comparado a Cristo.
Hum! Mas Cristo para esse ser era algo inexistente, ou seja, o homem não precisa da religião e sim a religião precisa do homem. Talvez Padre Roger estivesse certo, se eu não tivesse minha fé construída e fortalecida eu seria mais um idiota que iria ficar assim: Nossa, mas a igreja permitia escravos, ainda mais quando esses era negros como eu posso acreditar em um Deus defendido por esse povo! Ah onde já se viu eles alienavam mesmo quando nem existia a televisão e olha que faziam isso no primeiro mundo (opa EUA é primeiro mundo e é protestante). Nossa viu o Papa renunciou porque não aguentou a crise na luta pelo poder! Entre outras afirmações implícitas em discursos que deveriam ser acadêmicos e não militantes.
Eu até já defendi Marx, apoiava (apoio) o pensamento dele de que as classes se defendem e devem se defender. Pois lutar contra um sistema opressor sozinho é querer ser herói e a humanidade não precisa de herói ela precisa de união e querer ser herói é fazer autopromoção e não luta por direitos.
A resposta que eu cheguei é a seguinte: SOU CRISTÃO e não é porque a igreja me obriga (ah hoje ela já não obriga mais ninguém), sou Cristão porque acredito no meu SALVADOR, Ele quem acalenta minhas aflições. Ele vive no meu coração e não na minha mente, pois se fosse no sistema neural algum infeliz afirmaria que: - Então ele faz parte da sua imaginação e o que é imaginário é abstrato, ou seja, não existe!
Sou Cristão, Sou Católico, independe se a minha religião já tenha errado ou que existam pessoas em funções que para alguns sejam meramente administrativas. Não sou Deus para julgar e nem condenar ninguém, assim como sou humano propício a erros aos ungidos pelo Senhor também são e têm os mesmo direitos que eu. Caso contrario se eu não pensasse assim seria uma pessoa de muitos Deuses (padres, bispos e cardeais) e não de um único Redentor, que se fez, homem e morreu pelos meus pecados e pelos pecados que a  humanidade ainda insiste em cometer o da incredulidade.  

sábado, 24 de novembro de 2012

Perdoar é o maior exercício de vida do homem




Como seria se Judas não tivesse traído  Cristo? Será que o Mestre seria lembrado apenas como um Mensageiro que vagava pela Terra pregando e curando através da fé da própria pessoa?
Judas por meio da traição tornou Cristo o Salvador, fortaleceu o Mensageiro e o tornou Imortal, entretanto não foi capaz de se perdoar e se tirou a própria vida
Muitas vezes nos destruímos, pois somos tomados pela ira e agimos por vingança contra aqueles que nos ofendeu. Acreditamos estar mais forte por dar troco, por fazer o próximo sentir na pele à mesma dor que nos fez passar.
Será que estamos sendo fortes ou apenas fracos por buscar o caminho mais fácil? Acredito que estamos sendo fracos, uma vez que optamos pelo caminho mais curto o da ira, pois existe um muito mais dolorido e difícil de ultrapassar o do “perdão”.
Cristo ensina que devemos perdoar a quem nos tem ofendido e mostra na cruz que não dava contra testemunho do que pregava, “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.Lucas 23:34”. Entretanto é tão mais simples juntar forças para ver o outro sofrendo.Você quer ser lembrado pelos seus atos bons, ou apenas desprezado pelas suas atitudes?
A vida é assim cheia de provas, agora a forma que você vai lidar com elas que vai te fortalece. Não descarto esse questionamento feito em SmallVille oitava temporada sobre a necessidade de Judas trair Cristo para que ele se fizesse forte. Somos tão hipócritas em condenar o até então apostolo traidor, uma vez que o mesmo foi “perdoado” por Cristo.
O caminho longo que deve ser trilhado para perdoar de coração ao nosso próximo é o que vai transformar nosso ser, vai mexer com nossa idiossincrasia, vai nos fazer rever alguns conceitos.
Então quando alguém lhe atirar pedras, te condenar, te chamar de podre, te comparar a pessoas que levam a vida de maneira fácil, pare respire e lembre-se quando questionado quantas vezes devemos perdoar Cristo respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Mateus 18:22
Doe seu amor, a que tem dá ódio, pois não existe dor maior no mundo do que a da própria consciência, ou seja, vai doer muito mais na pessoa que te prejudica saber que você faz o bem para ela.
Eu sou forte, não digo isso com prepotência, digo com humildade, pois antes de julga eu me coloco em julgamento no lugar da pessoa, e mesmo que minha mente louca cheia de pressuposições e me aponte que o falso moralismo se faz presente eu não devo atirar pedras pois meu escudo esta na verdade que pode ser interpretada como infinita para mim, mas como mentiras mal construídas pelos que me cercam.